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Memória Acadêmica
JOAQUIM DE GOMENSSORO

Carioca, nasceu em 1874, filho do Desembargador José Segundino Lopes de Gomenssoro e de Leopoldina Duque Estrada. Bacharel pela Faculdade de Direito de São Paulo, seguiu a carreira jurídica, advogando em Petrópolis e junto ao Tribunal da Relação do Estado; como Juiz de Direito em Nova Friburgo e por mais de 20 anos como Promotor Público da Comarca de Petrópolis, aqui foi presidente do Instituto dos Advogados e membro do Conselho Consultivo. Casou nesta cidade com Elisabeth Selma Bischoff, filha de Alberto Bischoff, farmacêutico da Casa de Caridade de Petrópolis, por volta de 1861. O casal teve um filho Giovani Éboli Gomenssoro, aspirante militar, falecido muito jovem em 30 de agosto de 1922. Sua esposa faleceu no ano de 1929. Em 1927 disputou a Prefeitura Municipal, concorrendo com o candidato Antônio Joaquim de Paula Buarque, este vencedor do pleito nas urnas e nos corredores da Justiça. Residia na Avenida Köeler n° 13, onde faleceu a 15 de março de 1933, por suicídio utilizando-se do cordão do roupão que amarrou à grade de uma janela junto ao seu quarto. Viúvo, saudoso também do jovem filho, residindo na companhia da sobrinha Vera, seu esposo Mário Penna da Rocha e filhos, provavelmente foi vitimado por neurastenia profunda. Pessoa de largo relacionamento, respeitado profissional, foi sepultado com grande acompanhamento no Cemitério Municipal, saindo o cortejo de sua residência, com a presença das mais altas autoridades municipais, determinando o Prefeito Yeddo Fiúza guardar luto oficial de 3 dias no Município. Foi acadêmico titular da Academia Petropolitana de Letras, ocupando a cadeira nº 38, patronímica de Casimiro de Abreu. Deixou trabalhos jurídicos e artigos na Imprensa.


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