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Memória Acadêmica
ALCINDO DE AZEVEDO SODRÉ

Alcindo de Azevedo Sodré, médico, político, historiador, advogado, administrador, jornalista,, era gaúcho de Porto Alegre, onde nasceu a 30 de novembro de 1895. Filho do engenheiro Antônio Cândido e de D. Helenita Porto de Azevedo Sodré, seus pais instalaram-se definitivamente em Petrópolis, com seu filho em tenra idade, estudando no afamado Colégio São Vicente de Paulo.. Bacharelou-se em Direito na Faculdade de Ciências Jurídica e Sociais do Rio de Janeiro (1916), cursando em seguida Medicina, doutorando-se em 1921. De volta a Petrópolis foi vereador nas legislaturas de 1922, 1924, 1929 e 1936, ocupando diversos cargos na Mesa Diretora e chegando à presidência p que elevou-o a prefeito em períodos curtos de interinidade, nos anos de 1923, 1939 e 1945. Ativíssimo intelectual, ingressou na imprensa, dirigindo a "Tribuna de Petrópolis" nos anos de 1923 a 1925 e o "Jornal de Petrópolis" de 1925 a 1929. Lecionou história em educandários petropolitanos e produziu trabalhos na especialidade. O que lhe valeu participar da "Comissão do Centenário de Petrópolis", como o principal artífice e dirigente. Dessa atividade surgiu o Instituto Histórico de Petrópolis, fundado em 1938, aparecendo Alcindo na função de secretário e de 1950 a 1952, presidente. Idealizou, foi principal figura e primeiro diretor do Museu Imperial, inaugurado pelo presidente Getúlio Vargas a 16 de março de 1943. Fez publicar os primeiros anuários do Museu Imperial e escreveu importantes livros de História e artigos na imprensa. Membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e de outras entidades, ingressou na Academia Petropolitana de Letras em 14 de setembro de 1924, titula da cadeira nº 3, patrono Euclides da Cunha. No ano de 1926 foi eleito para 1º secretário; foi presidente no biênio 1933-1934, quando definiu o número fixo de quarenta cadeiras com patronos fixos; retornou à presidência no biênio 1945-1946. Consorciou-se com a senhora Zulmira tendo o casal 4 filhos: Marilia, Gilda, Arnaldo e Rosa Maria. Faleceu e foi sepultado em petrópolis a 16 de março de 1952. Contava 57 anos de idade.


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