Academia Petropolitana de Letras
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Memória Acadêmica
CLAUDIONOR DE SOUZA ADÃO

Claudionor de Souza, petropolitano de nascimento, aqui chegou a 26 de agosto de 1917. Estudou no Grupo Escolar D. Pedro II e Colégio Plinio Leite, sendo sempre brilhante aluno. Bachalerou-se em Direito, em 1945, pela Faculdade de Direito de Niterói, tornando-se um dos melhores e mais respeitados advogados da cidade e do Estado do Rio de Janeiro, na área do Direito Trabalhista. Antes, foi funcionário do Banco Fluminense da Produção, nos anos de 1942 a 1953. Revelou-se competente Consultor Jurídico de importantes empresas, como a Companhia Brasileira de Energia Elétrica, a Associação Comercial de Petrópolis e o Sindicato do Comércio Varejista, das quais foi um dos fundadores e organizadores. Integrou, por muitos anos, o Conselho Deliberativo da Escola de Música Santa Cecília. Atuou em muitas áreas como a pesquisa histórica, clubes de serviço, esportivos e culturais. Foi presidente do Instituto Histórico de Petrópolis e Governador e Presidente do Rotary Clube de Petrópolis, sua entidade do coração. Orador brilhante e fluente, jornalista apurado, foi diretor da sucursal em Petrópolis do jornal "A Noite", de 1940 a 1958, que transformou em verdadeiro ponto de encontro da cultura petropolitana, secretariou a "Tribuna de Petrópolis", dirigiu o "Boletim da ACIP", atuou no jornalismo da Rádio Nacional, da Rádio Ministério da Educação e muitas outras empresas de comunicação. Foi eleito para a nossa Academia a 13 de maio de 1976, sendo empossado a 14 de agosto do mesmo ano. Secretariou a diretoria de Olavo Dantas, biênios 1978 a 1981, garantindo a eficiente administração daquele período; no biênio 1982-1983 foi vice-presidente da Flávio Castrioto, com o mesmo brilho e eficiência. Casou com a filha do 1o presidente da Academia, Eugênio Lopes Barcellos, a sua companheira de toda a vida Genita, tendo o casal uma filha Regina, emérita educadora petropolitana, que lhe deu dois netos. Claudionor Adão faleceu a 6 de fevereiro de 1993, substituindo-o na cadeira 29, patrono Monte Alverne o advogado e professor Mauro Carrano e Castro. Irreverente, perspicaz, de intenso brilho de rara inteligência, foi uma personalidade marcante da vida petropolitana.


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