Academia Petropolitana de Letras
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Memória Acadêmica
ALADIA PEREIRA DE ALMEIDA ANACLETO

Petropolitana, filha de José Pereira de Almeida, funcionário do DNER e da auxiliar de enfermagem e parteira D.Neném, nasceu Aládia a 7 de novembro de 1936 no bairro Indaiá. Aos 7 anos foi matriculada no Colégio Santa Isabel, com bolsa de estudos concedida pelo Dr. Mário Medeiros Pinheiro, na época médico que atendia na Cooperativa dos Funcionários do DNER. Cursou o Ginasial e o Científico, sendo diplomada no ano de 1955. Seguiu para o Rio de Janeiro para tentar ingresso no Curso de Medicina, perseguido por dois anos e, no terceiro, aprovada para a Faculdade de Ciências Médicas, em São Cristóvão. Infelizmente, trabalhando em serviços de escritório, com salário insuficiente, não conseguiu freqüentar o curso. Estudou taquigrafia e com redação esplendida e conhecimento apurado da Língua Portuguesa, trabalhou durante muitos anos como secretária executiva em diversas empresas de médio e alto porte. Em 1988, casada com Elseu Anacleto e com um filho Luiz Marcelo de Almeida Anacleto, retornou a Petrópolis, ingressando na “Tribuna de Petrópolis” como revisora, até aposentar-se. Enviuvando e encaminhado o filho para a carreira de enfermeiro, diplomado pela Universidade Severino Sombra, de Vassouras, Estado do Rio de Janeiro, continuou sua dedicação à poesia, que vinha desde jovem quando escrevia sonetos com apenas 15 anos de idade. Publicou os livros “Sonhos Azuis”, “Brumas da Tarde”, “Sereno Crepúsculo”, “É Noite, Afinal!”, todos de magníficos sonetos e outros poemas e o livro de crônicas “O Canto da Cambaxirra”. Com Doris Gelli produziu o volume “Serenata Imperial”. Foi sócia atuante do Clube de Poesia do Petropolitano F.C. Em 1990 foi eleita para a Academia Petropolitana de Poesia Raul de Leoni e em 2003 para a Academia Petropolitana de Letras, ocupando a cadeira n° 16, patrono Silvio Romero. Integrante de várias academias e sociedades de letras do país, venceu concursos de poesia com primeiras colocações, tornando-se admirada e festejada como sonetista. Recebeu a honraria de Patrona Imortal da Academia Poética da E. M. Vila Felipe. Faleceu no último dia 9 de dezembro de 2003.


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