Academia Petropolitana de Letras
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Memória Acadêmica
ANTHERO PALMA

Nasce em Rio Pomba, Minas Gerais, a 26 de março de 1878, filho de Juvêncio e Maria Luiza Rocha Palma. Estuda primeiras letras na terra natal e, aos 20 anos de idade, transfere-se definitivamente para Petrópolis, iniciando carreira no Departamento de Correios e Telégrafos, agência de nossa cidade. Cumpre 36 anos de atividades, aposentando-se no cargo de Chefe de Tráfego Postal. No ano de 1912 consorcia-se com Maria Carolina de Avella Palma, professora e diretora do Colégio Avellar, admirável educadora que muito influenciou sua vida de intelectual e jornalista. O lar do casal é enriquecido com três filhas e um filho: Décio Elysio, grande jornalista e correto e sóbrio colunista social; professoras Maria Helena, a "Marion", funcionária da Biblioteca Municipal e articulista na imprensa petropolitana e autora da logomarca de nossa Academia, Maria Luiza e Maria de Lourdes, casadas e dedicadas ao lar. Anthero Palma funda, com outros jornalistas, em 1912, o "Circulo de Imprensa", marco da história de nossa imprensa, para a qual sempre escreveu, nela deixando copiosa soma de páginas literárias. Publica livros: "Reminiscências de Minha Terra" (1918);"Miscelânea" (1938); "Pedacinhos" e "Memórias do Pomba" (ambos em 1945); "Nosso Livro" (1948); "Ociosidades" (1948); "Louça Velha" (1950) e outros. Ingressa na Academia, quando ainda Associação de Ciências e Letras, indicado em 11 de fevereiro de 1925 e empossado a 16 de maio de 1926 na cadeira nº 24, patrono Bernardo Guimarães. Participa da Diretoria no biênio 1950-1951 no cargo de Bibliotecário, falecendo no posto a 24 de agosto de 1951, aos 73 anos de idade.


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