Academia Petropolitana de Letras
Menu Dropdown - Linha de Código

 

Memória Acadêmica
MANOEL BRAGANÇA SANTOS

Fluminense, nasceu em Sapucaia Nova, distrito de Araruama a 13 de janeiro de 1898, filho de Manoel Francisco dos Santos e da professora Genoveva Augusta de Bragança Santos, sua primeira mestra. Completou o Curso de Contador, conseguindo o lugar de Escrivão da Coletoria Federal de Araruama. Veio para Petrópolis em 1935 continuando escrivão, agora da 1ª Coletoria Federal, chegando a Controlador da Receita Federal, quando se aposentou. Inteligente, sensibilidade poética e muito talento levaram-no a produção literária, editando os livros: “Conceitos de Gibran”; “Poesia Hoje”; “Vozes do Coração” e “Canções do Meu Silêncio e Frutos do meu Ócio”. Sonetista, trovador e pensador, personalidade alegre e amiga, Bragança Santos conquistou a admiração da Cidade, tornando-se Cidadão Petropolitano no ano de 1973. Ingressou na Academia a 9 de março de 1968, substituindo seu grande amigo Jamil Muanis, falecido em 1967, ocupando a cadeira nº 3, patrono Euclides da Cunha. Casado com Cecília em maio de 1924, o casal completou em 1984 Bodas de Diamante. Em 1976 o casal perdeu a filha muito jovem Cecília e Bragança compôs versos belíssimos de muita mágoa e saudade que se encontram no livro “Poesia, Hoje”. Faleceu no Rio de Janeiro a 14 de fevereiro de 1995, aos 97 anos de idade.


Academia Petropolitana de Letras

© 2014 - Academia Petropolitana de Letras
Todos os direitos reservados