Academia Petropolitana de Letras
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A Fundação

OS PIONEIROS FUNDADORES

Pode-se afirmar que o primeiro passo para a criação da nova entidade literária foi dado por esses três intelectuais: Joaquim Gomes dos Santos, que a idealizou, João Roberto d‘Escragnolle, que fez divulgar a idéia e Reynaldo Chaves, presente em todos os instantes, cujo entusiasmo e perseverança, levaram-na á frente em conversas e encontros, até o convite e a reunião na noite de 3 de agosto de 1922.

Dr. João Roberto d` Escragnolle Joaquim Heleodoro Gomes dos Santos Reynaldo Chaves

A FUNDAÇÃO DA ENTIDADE

Na tarde de 3 de agosto de 1922, d‘Escragnolle e Joaquim foram à Prefeitura Municipal convidar o prefeito Dr. Eugênio Lopes Barcellos para prestigiar a reunião e presidí-la.

Com a sala repleta, Eugênio Barcellos assumiu a direção, fez de Joaquim Gomes dos Santos o secretário, juntamente com Hildegardo de Jorge Silva. Coube o primeiro depoimento a Joaquim, lendo para o plenário a carta sugestão e um anteprojeto de Estatuto que redigira a pedido de d’Escragnolle. Lançada a base, Salomão Jorge propôs o nome de “Associação Petropolitana de Ciências e Letras” para a nascente entidade, o que foi aprovado.

Seguiu-se a eleição da Diretoria provisória, feita por aclamação, pedindo
d‘Escragnolle, como do seu feitio, não integrá-la, mas comprometendo-se a trabalhar pela Associação no âmbito da divulgação e das promoções culturais: Eugênio Lopes Barcellos, presidente ; Alfredo de Mattos Rudge, vice-presidente ; Joaquim Heleodoro Gomes dos Santos e Joaquim da Silva Maia Júnior, secretários ; Henrique Mercaldo e Reynaldo Antônio da Silva Chaves, tesoureiros ; Raul Serrano, procurador e uma comissão especial para estudo do anteprojeto do Estatuto integrada por Joaquim Gomes dos Santos, João Roberto d ‘ Escragnolle e Hildegardo de Jorge Silva.

Na segunda reunião, a 23 de agosto de 1922, além dos já citados, juntaram-se ao grupo Luiz Felipe Ramos, Fausta Gouvêa, Flávio Vieira Maciel, Mário Passos, Carlos Paixão, Aristides Werneck, Arthur de Sá Earp Filho, Octávio Venâncio da Silva, Walter João Bretz, Luciano de Tapajós, Armando de Lacerda, Paulo de Mattos Rudge, Soleyman Antoun, Luiz Quirino de Magalhães Gomes, José Vieira, Aloysio Silva, Alexandre Webler, sendo, ainda, inscritos por carta Cecília de Vasconcellos e Paulino J. Soares de Souza Netto. Nesta reunião o plenário aprovou o Estatuto e elegeu a 1a Diretoria para dirigir a Entidade por 12 meses, repetindo Eugênio Lopes Barcellos, na presidência ; dois vice-presidentes José Bento de Freitas Mello e Pedro Lacerda Rocha ; dois secretários Joaquim Gomes dos Santos e Eugênio Libonatti ; dois tesoureiros Henrique Mercaldo e Joaquim da Silva Maia Júnior; procurador Raul Serrano ; bibliotecário Raul Affonso Boulanger Uchôa ; oradores Hildegardo Silva e Salomão Pedro Jorge. Assessorando a Diretoria um Conselho integrado por Carmello Paladino, Reynaldo Chaves, Alfredo de Mattos Rudge, Álvaro Machado, Álvaro Moraes, Octavio Alexander de Moraes e Arthur Alves Barbosa. João Roberto d‘Escragnolle é compelido a aceitar a presidência de honra da Associação.

Participaram desta 1a reunião, na mesma data de 3 de agosto de 1922, além dos citados no tópico anterior os seguintes intelectuais: João Paulo Carneiro Pinto, Setembrino de Campos, Francisco Manoel da Rocha e Murillo Cardoso Fontes, totalizando 17 interessados.


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